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Missa em comunidade do Rio encerra eventos dos "100 dias rumo à JMJ"

Uma Missa encerrou a série de eventos realizada no Rio de Janeiro para marcar a contagem regressiva dos 100 dias para a Jornada Mundial da Juventude. A celebração eucarística aconteceu na comunidade do Mandela, em Bonsucesso, zona norte da cidade, na manhã desta terça-feira, dia 16.

A Capela São Miguel, na Paróquia de Nossa Senhora do Bonsucesso de Inhaúma, recebeu moradores da comunidade, além de voluntários e colaboradores da JMJ Rio2013. A celebração foi presidida pelo secretário executivo do Comitê Organizador Local (COL), Monsenhor Joel Portela, que representou o arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Os padres diretores de diversos setores do COL concelebraram a Missa. Entre eles, estavam o padre Márcio Queiroz, pároco da Igreja local e diretor do Setor Comunicação, e o padre João Paulo, vigário paroquial.

A Missa foi animada por um coral que reúne voluntários nacionais e internacionais que atuam no Comitê e teve músicas e preces em algumas das línguas oficiais da Jornada, como inglês, espanhol, francês e polonês. A mistura de línguas já deixou um gostinho de Jornada Mundial da Juventude aos moradores da comunidade. Como a paroquiana Marina Maria Oliveira dos Santos, de 62 anos, que se emocionou em fazer parte de uma celebração que unia tantos povos. “Não tenho nem como explicar... até chorei! É uma alegria ser católica e ver gente de todo o mundo rezando do seu jeito, mas da mesma Igreja”, completou ela.

O dia também foi de ação de graças pelo aniversário natalício do Papa Emérito Bento XVI, que completa 86 anos, e pela presença da relíquia de João Paulo II na celebração. Em diversas ocasiões também foi feita a memória ao Papa Francisco, o testemunho vivo destes primeiros dias de pontificado e a expectativa pela sua vinda.

“O coração do carioca é o coração do Cristo”

No início de sua homilia, Monsenhor Joel reafirmou que o sentido da Jornada não como “uma procissão que termina em uma grande quermesse”. Ele falou também do porquê da Arquidiocese organizar tantos eventos em tantos locais diferentes do Rio de Janeiro, explicando que a Jornada é da cidade inteira e não acontece só nos locais dos Atos Centrais. “Onde houver um filho e uma filha de Deus ali deve acontecer a Jornada. (...) A Jornada é a soma de todos os esforços, cada um dando um pouco de si”.

Sobre as leituras de hoje, o monsenhor relacionou o Evangelho com a JMJ. "Os discípulos não entenderam Jesus e da, mesma forma, algumas pessoas não entendem a Jornada. E assim como Jesus deixou a Eucaristia como legado aos discípulos, a JMJ vai deixar legados", declarou o sacerdote enfatizando legados como o social, o da paz, o ecológico e até o econômico para a cidade.

"Mas para isso é preciso o martírio. Não se constrói sem esforços, sem sacrifício, sem dor... Não tenhamos medo de apanhar, de dar a vida pela Jornada", disse Monsenhor Joel fazendo relação com a primeira leitura (martírio de São Estevão) e o salmo do dia. Como exemplos de vidas doadas a Deus, ele lembrou de João Paulo II, Bento XVI e Francisco, os três últimos papas e que já fazem parte da história das Jornadas. "Não podemos desanimar... Talvez o Rio não tenha os recursos de outras grandes cidades, mas tem a acolhida e o carinho do carioca que carrega em si o coração do Cristo. Cada um é um pequeno Cristo Redentor que acolhe de braços abertos a Jornada", ressaltou.

 
Comunidade Mandela, exemplo do coração acolhedor do carioca

Paralelo a Missa, dezenas de mulheres se desdobravam no salão improvisado da capela. Elas passaram a manhã inteira preparando o almoço que foi servido para as quase 300 pessoas que participaram da Missa. Os alimentos vieram de doações da própria comunidade e foram preparados nas casas das famílias.

A dona de casa Maria de Lurdes, de 48 anos, foi uma dessas mulheres e trouxe pratos e sobremesas preparados de forma caprichada para a especial ocasião. "Concordo que pra acolher bem tem que ter o coração de Cristo porque a gente não consegue fazer nada só pelo nosso coração", afirmou Maria que escapou um pouco do salão para acompanhar um trecho da homilia.

Para uma das coordenadoras da capela, Adriana de Souza Lima, foi um privilégio e uma alegria receber um evento em preparação da JMJ na comunidade. "Recebendo essa missa é como se o Mandela recebesse o mundo todo para a Jornada!", finaliza.

A coleta da missa foi doada pela capela para ajudar a Jornada. A comunidade do Mandela segue com o seu trabalho rumo à JMJ Rio2013, tanto na inscrição de peregrinos como na preparação dos voluntários e no cadastro de casas de acolhida, que já somam 50 famílias cadastradas.

Fonte: www.rio2013.com

 
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