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JMJ no Brasil foi pedida ao Papa no Pacaembu

Em 2013, a cidade do Rio de Janeiro vai acolher a 28ª edição da Jornada Mundial da Juventude. O pedido ao papa Bento 16 foi feito aqui na Arquidiocese de São Paulo, durante encontro do pontífice com a juventude brasileira no estádio do Pacaembu, no dia 10 de maio de 2007.
O pedido, oficializado pelo então bispo referencial do Setor Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro – hoje presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude – foi, segundo registro do Jornal "O São Paulo", muito aplaudido pelos jovens.

Na ocasião, dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, saudou o papa manifestando a alegria pelo encontro do pontífice com os jovens do Brasil. "Queira, santo padre, abençoar a nossa juventude, seja bem-vindo! Estamos muito felizes com sua visita e queremos que se sinta em casa".

Bento 16 falou carinhosamente aos 40 mil jovens no Pacaembu. O diálogo entre Jesus e um homem rico iluminou a mensagem do papa naquela ocasião. Para ele, na pergunta do jovem – "o que fazer para alcançar a vida eterna?" – e na resposta de Jesus – "vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres [...] depois, vem e segue-me" – está a questão básica para a qual todo jovem hoje quer respostas e, ao mesmo tempo, a resposta que Jesus dá propondo o seu seguimento.
A pergunta, diz o papa, contém um compromisso, aqui e agora, que deve "garantir autenticidade e consequentemente o futuro" e pode ser formulada assim: "Como devo viver para colher plenamente os frutos da vida? Que devo fazer para que minha vida não transcorra inutilmente?" A resposta é o seguimento de Jesus.
Como o perfil dos jovens presentes no encontro era de jovens já numa experiência de fé, Bento 16 chamou os jovens cristãos a serem "apóstolos dos jovens", passando à frente sua experiência de fé; cultivando os valores morais universais; buscando sólida formação humana e espiritual; sendo "protagonistas de uma sociedade nova, mais justa e mais fraterna"; defendendo a vida "do início ao seu declínio", amparando os idosos, santificando o trabalho, sendo bons cidadãos, respeitando o sacramento do Matrimônio, preparando-se bem para ele no namoro e no noivado, a resistir às tentações de banalização do sexo.
E justifica isso citando sua encíclica "Deus é amor": "O amor verdadeiro procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se e desejará existir no outro... e por isso, será sempre mais fiel, indissolúvel e fecundo". Instrumentos para esse programa de vida: a vida de fé e oração.
As vocações religiosas não foram esquecidas pelo papa. "Abençôo e invoco a proteção divina a todos os religiosos que dentro da seara do Senhor se dedicam a Cristo e aos irmãos".

Bento 16 salientou que o jovem do Evangelho era muito rico. Para ele, essa riqueza é a própria juventude, que é preciso ser descoberta e valorizada. O que fazer com essa riqueza? É preciso a coragem de apostar tudo em Jesus Cristo, coragem que o jovem do Evangelho não teve, perdendo a oportunidade de viver a vida intensamente.

"Não desperdiceis a vossa juventude" foi o grande apelo aos jovens, que interrompiam suas palavras com aplausos e aclamações. "Não tenteis fugir dela. Vivei-a intensamente. Consagrai-a aos elevados ideais da fé e da solidariedade humana.
"Vós sois o futuro da Igreja e da humanidade" foram as palavras finais de Bento 16. "A Igreja precisa de vós , como jovens para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem, a Igreja se apresentaria desfigurada."

 
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