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Página Inicial / São Paulo / A Arquidiocese
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São Paulo tornou-se diocese em 1745. E arquidiocese em 1908.
Como diocese, é a terceira maior do mundo, levando-se em conta o número de católicos (4.776.416)*. Fica atrás apenas da Cidade do México e de Guadalajara, no México.
É dividida em 6 (seis) regiões episcopais: Sé, Ipiranga, Belém, Brasilândia, Santana e Lapa.




O arcebispo é o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, que conta com a ajuda de 5 (cinco) bispos auxiliares e 995 padres (diocesanos locais, de outras dioceses e religiosos). A média é de 1 padre para cada grupo de 4.800 católicos, de acordo com o último levantamento oficial.
Vinte e quatro sacerdotes da diocese estão em outras dioceses do Brasil e sete, no exterior.
Seis seminários diocesanos e 31 religiosos formam os futuros sacerdotes.
São Paulo conta ainda com a dedicação de 1.407 religiosas e 59 religiosos (homens consagrados que não são sacerdotes).
Trinta e cinco setores de pastorais, 37 movimentos e associações de leigos e 44 Novas Comunidades evangelizam na cidade.



A cátedra do arcebispo está na Catedral da Sé, no centro, que foi inaugurada em 1612 e reinaugurada em estilo gótico depois de uma demolição e reconstrução em 1954. E foi também restaurada entre 1999 e 2002.
O padroeiro da arquidiocese é o apóstolo São Paulo.

A Província Eclesiástica de São Paulo engloba as seguintes dioceses: Campo Limpo, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Santo Amaro, Santo André e São Miguel Paulista. Conta, ainda, com a presença das igrejas de rito Maronita e Greco-Melquita. Na capital, são três dioceses, além da Arquidiocese: Santo Amaro e Campo Limpo, na zona sul da cidade; e São Miguel Paulista, na zona leste.









*Os dados não incluem as dioceses de Santo Amaro, São Miguel Paulista e Campo Limpo, que estão no território da capital mas têm outra jurisdição eclesiástica.

 

 
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